Never stop learning!

Alguns assuntos estão sempre presentes nas listas de dúvidas frequentes de inglês. “Como usar a forma -ING dos verbos” é um deles. Na semana passada auxiliamos um aluno com questionamentos sobre o uso da forma -ING como sujeito da frase.

Lembra o que é um sujeito? Pra simplificar, é o que/quem pratica a ação.

 

Por exemplo,

Aquele garoto de camiseta verde joga basquete todo dia.

Na frase acima, QUEM joga basquete todo dia? A resposta à pergunta é o sujeito da frase: “Aquele garoto de camiseta verde”!

Mas o que a forma -ING tem a ver com isso?

Pense nas várias atividades que fazem parte da sua vida: falar ao telefone, dormir, cozinhar, almoçar, estudar, trabalhar, etc. Qual é a sua opinião, por exemplo, sobre dormir, trabalhar e ir à academia?

Dormir é a melhor coisa da vida!
Trabalhar demais pode te fazer mal.
Estudar todo dia é chato, mas dá resultado!

 

Essa forma verbal do português, que pode ser terminada em -ar, -er, -ir ou –or, é o infinitivo (exemplos: amar, correr, dormir ou pôr). No português, usamos a forma infinitiva do verbo como ‘nome’ da atividade.

Nas aulas de inglês, aprendemos que “dormir” é to sleep, “trabalhar” é to work e “estudar” é to study. Mas será mesmo que podemos traduzir dessa forma nesses casos?

To sleep is great. To work too much can be bad for you. To exercise regularly is healthy.

O erro acontece quando realizamos a tradução de forma a trocar o infinitivo do português pelo infinitivo do inglês, acreditando serem equivalentes.

 

 

No inglês, o ‘nome’ da atividade quase nunca é o infinitivo.

Na maioria dos casos, o ‘nome’ da atividade é a forma –ING do verbo. Seguindo com os exemplos lá de cima, as frases corretas ficariam da seguinte forma:

Sleeping is the best thing in life.
Working too much can be bad for you.
Studying every day sucks, but it's good for you.

Qual é a sua opinião sobre a atividade “cozinhar” (cooking)?

A: Eu acho que cozinhar é uma perda de tempo. /  I think cooking is a waste of time. 

B: Eu discordo. Eu acho que cozinhar economiza tempo. /  I disagree. I think cooking saves you time.

C: Cozinhar é maravilhoso! Pena que já não estou mais com fome quando termino a comida. / Cooking is awesome! Too bad I’m not hungry anymore once I’ve finished preparing the food.

Veja mais exemplos de ações ou atividades:

Passar fio dental faz bem para suas gengivas.        Flossing is good for your gums.                               
Jogar videogame é uma arte.                                   Playing videogames is an art.                                  
Estar atrasado não é bem aceito nos EUA.              Being late is not OK in the United States.                
 

 

“Eu gosto de fazer isso!”

Quando você começar a entender que a forma -ING é usada na língua inglesa para expressar uma atividade ou ação como “coisa”, pode até ficar mais fácil se acostumar com o -ING após certos verbos. Afinal, essa forma está dando nome à ação ou atividade que você adora/detesta/ama/etc.

  • I like watching old movies. Eu gosto… do que? Da atividade “assistir filmes antigos.” Eu gosto de assistir filmes antigos.
  • She hates brushing her teeth. Ela detesta… o que? A atividade “escovar os dentes.” Ela detesta escovar os dentes.
  • We love listening to our neighbor’s loud music. A gente ama… o que? A ação ou atividade “ouvir a música alta do vizinho”. A gente adora ouvir a música alta do vizinho.
  • We enjoyed spending time with you. A gente gostou… do que? Da atividade “passar tempo com você”. A gente gostou de passar tempo com você.

Veja que, nesses exemplos acima, a forma -ING não funciona mais como o sujeito da frase, mas continua dando nome à atividade ou ação.

Agora que você aprendeu essa nova funcionalidade de verbos -ING, dê exemplos seus:

LEARNING ENGLISH IS...

I LOVE/HATE/LIKE...

A melhor forma de aprender inglês

São 17h20. Você acabou de voltar de longas férias e é seu primeiro dia de volta ao trabalho. Seu dia de volta foi incrivelmente agitado e você teve várias reuniões, muitos problemas para resolver, relatórios a concluir, uma montanha de documentos para ler.

Agora você precisa correr para a sua aula de inglês no outro lado da cidade. O trânsito está muito pesado porque está chovendo, e, o que normalmente levaria 20 minutos de carro, torna-se uma hora.

Ao chegar 10 minutos atrasado para a aula, está lá um professor que nunca viu antes. Na verdade, a retenção de talentos nessa escola em que estuda é quase zero. Com isso, você nunca realmente se adapta a um professor. Quando ele é bom, fica pouco, pois já encontrou uma melhor oportunidade no mercado.

Sua turma é composta por alunos entre 16 anos e 67 anos de idade. São, ao todo, quinze alunos em uma aula de 60 minutos. Na prática, 50 minutos, pois todos chegaram atrasados também. 

“Como vou aprender inglês desse jeito?”, você se pergunta. Então, decide cancelar o curso e iniciar um novo programa em outra escola. Meses depois, encontra-se na mesma situação e fica desesperado, pois a cobrança do inglês no trabalho só aumenta e você acredita estar perdendo tempo. Aí que sua mente ataca, "tenho problema com o inglês", "estou velho demais para aprender um novo idioma", "preciso fazer um intercâmbio para aprender direito" etc.

Quantos de vocês já passaram por isso, ou encontram-se neste momento passando por essa situação? Em um mercado saturado de ensino de inglês, parece que toda e qualquer escola é, na verdade, mais do mesmo.

Depois de quase 8 anos à frente do ensino de inglês, trabalhando e conhecendo inúmeras escolas e serviços, chego a seguinte conclusão: entre todas as ofertas e propostas no mercado, tanto online quanto presencial, eu acredito verdadeiramente que a melhor opção para aprender um novo idioma é o ensino In Company.

Custo x Benefício

Nas escolas tradicionais de idiomas, sua mensalidade é usada para pagar o cafézinho da sala de entrada, a luz, a água, o IPTU do prédio, o salário da recepcionista etc. Ao estudar no próprio local de trabalho, o custo da estrutura não é bancado pelas mensalidades dos alunos. "Isso quer dizer que aulas In Company serão mais baratas que aulas convencionais?" Isso vai depender da administração da escola, mas normalmente sim. Além disso, o valor pago pode ser revertido em benefícios para o professor e remuneração de qualidade preparando-os para melhor atender seus clientes.

Personalização

No serviço In Company, o professor é designado especificamente para sua empresa. O ensino é personalizado para melhor atender as necessidades do mercado e a área de atuação da sua turma. Seu colega de sala não é um desconhecido com quem você precisa trocar frases forçadas em inglês. No caso de aulas empresariais, quem senta ao seu lado durante a aula de inglês é seu colega de trabalho, com quem horas antes você compartilhou o desafio do conference call e agora tem a oportunidade de melhorar sua conversação com o auxilio do professor. Conforme a convivência e a confiança crescem entre os alunos e o professor, maior será o conforto em arriscar, errar, ariscar novamente, acertar e aprender.

Praticidade

Nesse formato de serviço, o professor vai até o seu local de trabalho, antes, durante ou depois o expediente. Dessa forma, não há necessidade de deslocamento de sua parte. Por que não aprender inglês enquanto as demais pessoas enfrentam o trânsito? Afinal, o tempo que você estaria atrás do volante ou dentro do ônibus é o tempo que você pode aproveitar para alavancar sua carreira. Quanto menos tempo você desperdiçar, mais tempo sobrará para você curtir sua família, seus amigos, seus hobbies e tudo aquilo que faz a vida valer a pena.

A grande ironia evidenciada pela recente crise econômica é: em um mercado de trabalho com tantos desempregados e pessoas disponíveis para contratação, nunca foi tão difícil encontrar e reter talentos. O perfil do profissional requisitado mudou, gerando a demanda por uma força de trabalho cada vez mais qualificada, embora o perfil da população em geral não tenha acompanhado proporcionalmente as necessidades do mercado.

Dave Ulrich, um dos maiores especialistas em liderança e gestão de pessoas do mundo, afirma que "(...) as empresas bem sucedidas serão aquelas mais experientes em atrair, desenvolver e reter indivíduos com habilidades, perspectiva e experiência suficientes para conduzir um negócio global". 

"As empresas bem sucedidas serão aquelas mais experientes em atrair, desenvolver ereter indivíduos com habilidades, perspectiva e experiência suficientes para conduzir um negócio global".

A retenção de talentos pode ser descrita como um conjunto de estratégias e práticas adotadas por uma empresa para atrair bons profissionais e mantê-los por mais tempo na organização. Inúmeros métodos são utilizados nessa busca incessante pela retenção de colaboradores talentosos na empresa. Entretanto, em um mercado cada vez mais instável, o termo retenção de talentos soa, para muitos gestores, como aumento de custos.

Em um país onde cada real de aumento de salário é igual a dois reais a mais de imposto, não é sempre viável aumentar a remuneração do colaborador. Com uma Justiça de Trabalho tão ultrapassada, comissões e prêmios também não são sempre a melhor opção por poderem gerar riscos para a empresa a longo prazo. Qual seria então uma maneira prática e viável de desenvolver sua equipe e atrair novos talentos sem causar grandes impactos no caixa?

O segredo está na sua sala de reunião.

É desnecessário e redundante comentar o quanto falar inglês é cada vez mais essencial no mercado de trabalho. As grandes oportunidades de crescimento de carreira e negócios estão mais presentes em empresas e organizações internacionais e globalizadas nas quais o inglês é a chave de entrada. Para crescer em praticamente qualquer ramo, é necessário dominar esse idioma.

Depois de quase 8 anos à frente do ensino de inglês, trabalhando e conhecendo inúmeras escolas e serviços, chego à seguinte conclusão: entre todas as ofertas e propostas no mercado, tanto online quanto presencial, o modelo de ensino com o maior custo-benefício é o ensino In Company.

Nesse formato de serviço, o professor vai até o seu local de trabalho, antes, durante ou depois o expediente para dar aulas de inglês para sua equipe. Dessa forma, não há necessidade de deslocamento pelo colaborador.

Quais os benefícios para a empresa?

A empresa oferece ao seu colaborador a oportunidade de estudar o idioma no próprio local de trabalho, dispondo apenas da estrutura que já possui. Entre as modalidades de contrato desse tipo de serviço, é importante destacar três opções interessantes:

  1. O serviço é custeado diretamente pelo colaborador e cabe à empresa apenas ceder o espaço de aula, viabilizando uma oportunidade de estudo sem grandes impactos no seu caixa.
  2. O serviço é custeado diretamente pela empresa e cabe ao colaborador atingir certos requisitos estipulados para continuar usufruindo do benefício (e.g. presença em aulas, nota mínima, etc).
  3. O serviço é custeado pelo colaborador em parceria com a empresa. Nessa proposta, a empresa pode estipular políticas de reembolso e premiações, de acordo com a produtividade do colaborador.

É importante ressaltar que, em todas as modalidades de serviço mencionadas acima, a empresa disponibiliza um novo benefício ao colaborador, mas evita riscos na justiça trabalhista, já que o curso não impacta, necessariamente, na remuneração do funcionário.

Com isso, é possível respondermos a pergunta inicial: retenção de talentos sem grandes impactos no caixa da empresa é possível, sim!

Qual o maior valor da sua empresa? Se sua resposta é “meu colaborador”, parabéns! Você está no caminho certo para reter talentos.

 

 

A maior e melhor escola de inglês In Company de Curitiba. Aprenda inglês com um professor particular, em sua empresa ou em um grupo com seus amigos!

Localização

Rua Francisco Rocha, 62 - Sala 903
Batel - Curitiba - Paraná
CEP: 80.730390

Siga-nos